Archive for julho \12\UTC 2010

Como eu amo você

Mas que puxa, que poema lindo da série Charlie Brown. Para os que ainda acreditam no amor, e aos eternos apaixonados:

Como eu amo você

“Deixa eu contar as formas:
Eu te amo do fundo da profundidade da altura que minha alma pode alcançar,
Como me sinto longe de ser a pessoa ideal…
Eu amo você ao nivel das necessidades diárias
Ao sol e luz da vela.
Eu te amo livremente como o homem gosta de ser
Eu te amo puramente como eles amam os deuses
Eu te amo com paixão como nunca amei ninguém
E com minha fé infantil
Eu te amo com amor que nunca achei ser possível
Eu te amo com a respiração, sorrisos, lágrimas de toda minha vida.
E se Deus quiser, vou te amar mais ainda depois da morte.”

Raquel

Toy Story 3

Volta e meia escrevo algo sobre nostalgia, talvez porque eu seja uma pessoa nostálgica, né? rs. Toy Story cresceu junto comigo, os dois primeiros filmes foram marcas de um tempo cor de rosa, em que a magia se fazia sempre presente. Sou suspeita para falar de infância, pois tive uma completa e sublime. Assim, não teria como classificar o novo longa da Pixar, Toy Story 3, com outra palavra a não ser: nostálgico. Se reencontrar com todos aqueles personagens, que fizeram parte de um período tão lindo da minha vida, foi de fato emocionante. Do inicio ao fim fiquei com a garganta travada, e não foram poucas as vezes em que as lágrimas apareceram. Talvez não chorasse tanto se o filme não tratasse exatamente do tema: infância e o “crescer”. Andy, assim como eu, cresceu, e está no final de uma fase de transição da vida, deixando a infância para trás. Porém, o que fazer com aqueles velhos brinquedos tão importantes? E lembre-se, não estou falando de meros brinquedos, estou falando dos amigos Woody, Buzz, Sr. e Sra. Cabeça de Batata, Slinky, Porquinho, Jessie, Bala no Alvo… Brinquedos com corações enormes, e mais humanos que muita gente por ai. Assim começa o longa que é, para mim, um dos melhores já feitos. Atrevo-me a classificar o filme com outras palavras: Lindo, divertido, singelo, assustador, delicioso, mágico, encantador. Com isso sentimos novamente uma dorzinha de saudade, a dor do crescer. Dói, mas é inevitável. Ainda bem que surgem obras primas como essa, para nos lembrar sempre dos melhores momentos de nossas vidas.

Raquel

Meu Senhor

Meu Senhor…

Ajuda-me a dizer a verdade diante dos fortes e a não dizer mentiras para ganhar o aplauso dos débeis.

Se me dás fortuna, não me tires a razão. Se me dás êxito, não me tires a humildade. Se me dás humildade, não me tires a dignidade.

Ajuda-me sempre a ver a outra face da medalha, não me deixes culpar de traição a outrem por não pensar como eu. Ensina-me a querer aos outros como a mim mesmo.

Não me deixes cair no orgulho se triunfo, nem no desespero se fracasso. Mas antes recorda-me que o fracasso é a experiencia que precede o triunfo.

Se me tiras o êxito, deixa-me forças para aprender com o fracasso. Se eu ofender a alguém, dá-me energia para pedir desculpa e se alguém me ofende, dá-me energia para perdoar. Ensina-me que perdoar é um sinal de grandeza e que a vingança é um sinal de baixeza.

Senhor…se eu me esquecer de ti, nunca te esqueças de mim!

Mahatma Gandhi

Raquel